Nem todo resultado inesperado é erro médico, e nem toda dúvida deveria ficar sem resposta. Antes de qualquer conclusão, uma análise técnica do caso é o que permite entender se houve, de fato, falha na conduta profissional.
A dúvida merece uma resposta técnica, não uma suposição.
Analisar o prontuário e o histórico do atendimento é o que permite dizer, com base em elementos concretos, se há ou não responsabilidade a apurar.
A responsabilidade médica exige prova técnica, não apenas insatisfação com o resultado. Por isso, o primeiro passo é sempre entender o que de fato aconteceu, com base no prontuário e no histórico do atendimento.
Diagnóstico tardio ou equivocado que agrava a condição do paciente.
Complicação cirúrgica ou odontológica além do risco normal do ato.
Procedimento realizado sem explicação clara dos riscos envolvidos.
Plano de saúde nega procedimento ou tratamento indicado pelo médico.
O trabalho começa sempre pela apuração dos fatos, antes de qualquer conclusão sobre responsabilidade ou sobre a via mais adequada.
Exame técnico do histórico de atendimento e da documentação médica.
Verificação da conduta de profissional, clínica, hospital ou operadora.
Tratativa direta antes de considerar a via judicial, quando possível.
Condução da ação quando a via judicial for o caminho necessário.
Atuação em casos de recusa de cobertura de procedimento indicado.
Articulação de laudos e pareceres técnicos que sustentem o caso.
Seja logo após o ocorrido ou tempo depois, o primeiro passo é sempre reunir a documentação e buscar uma análise técnica isenta.
O processo respeita o momento delicado que envolve esse tipo de situação, sem pressa para conclusões precipitadas.
Escuta do relato e reunião da documentação disponível.
Exame técnico do histórico médico ou odontológico do caso.
Verificação de conduta, dano e nexo causal, com apoio pericial se necessário.
Negociação extrajudicial ou ação de indenização, conforme o caso.
Casos de responsabilidade médica envolvem, quase sempre, dor e insegurança. A atuação busca conduzir a análise com rigor técnico e, ao mesmo tempo, com a sensibilidade que o momento exige, para que a família entenda com clareza cada etapa.
“Antes de qualquer conclusão sobre erro médico, existe um trabalho técnico de apurar o que realmente aconteceu.”
Jansen dos Santos Oliveira, advogado Santos & Oliveira“Dr. Jansen é um profissional de primeira linha. Só tenho a agradecer por tudo que ele já me ajudou.”
Márcia ModestoAs respostas abaixo são gerais. A conclusão sobre cada caso depende da análise concreta do prontuário e do atendimento prestado.
Não. É preciso distinguir risco inerente ao procedimento, que o paciente assume ao consentir, de falha na conduta profissional, que é o que caracteriza o erro.
Existe prazo prescricional aplicável, que varia conforme a natureza da relação e das partes envolvidas. Por isso a análise deve ser feita o quanto antes.
Em muitos casos, sim, a depender do vínculo entre o profissional e a instituição, e da forma como o atendimento foi prestado.
Na maioria dos casos, a prova técnica é essencial para demonstrar a falha na conduta e o nexo com o dano sofrido.
Pode, dependendo da natureza da negativa e se ela é considerada indevida diante do quadro clínico e do contrato firmado com a operadora.
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